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Vemos um mar de informação, mas com pouco, ou quase nada, de conteúdo. De quem é a responsabilidade disso? Vemos inúmeros anúncios fúteis, com o propósito único e exclusivo de vender o produto. Esses anúncios “esquecem” que venderiam muito mais se fizessem com que as pessoas se identificassem com eles, não pela beleza de uma foto esteticamente bem tirada, mas sim, por tornarem a sua vida melhor e mais digna. A propaganda precisa colocar as pessoas para refletir sobre elas mesmas.
As ferramentas nunca foram tão acessíveis como hoje, em alguns segundos somos capazes de postar milhares de informações para milhares de receptores. Mais uma vez, onde fica a responsabilidade disso? E se o Instagram pudesse “avaliar”, e até premiar, as postagens mais socialmente responsáveis? E se o Facebook pudesse ajudar a divulgar, por meio de alguma avaliação, postagens com conteúdo realmente relevante, como o trabalho de alguma ONG, por exemplo? E por aí vai. O resumo de tudo isso é que responsabilidade social é unir forças, fazer pelo próximo e por você, também. Quando pensamos assim, geramos empatia. E tudo fica mais fácil de vender quando se tem credibilidade.
Infelizmente, assuntos como sustentabilidade e responsabilidade social ainda enfrentam muito preconceito. Primeiro porque muitos ainda acham que trabalho socialmente responsável é sinônimo de ajudar ONGs no final de semana, com trabalho voluntário. A maioria das pessoas ainda não compreende que atuar socialmente é, por exemplo, respeitar o próximo. Quando vemos um orelhão quebrado nas ruas, não nos importamos, pois imaginamos que isso não nos afeta, e com isso, esquecemos que aquele orelhão foi pago com o dinheiro dos nossos Impostos. Marketing social não é trabalho voluntário.
O segundo preconceito é o capitalismo. Muitas pessoas acreditam que vivemos num mundo regido pelas multinacionais, e que, portanto, atuar socialmente é lutar contra elas, ao em vez de, com elas. Sim, vivemos num mundo capitalista. Mas o capitalismo não é uma máquina. A falta de poder público e o consumismo desenfreado é que alimentam essa estrutura. A responsabilidade é de todos nós. É preciso criar estratégias que sejam boas tanto para as empresas quanto para os cidadãos. Vender, mas também educar. Não adianta sair por aí apenas criticando o sistema. Comunicação com conteúdo significa aproveitar um budget com responsabilidade.
Como diria Dostoievski – o ser humano é o ser que a tudo se habitua. Logo, deveríamos nos habituar com uma postura mais responsável. Portanto, adapte-se, mude, transforme. Quando você atua socialmente, você atua pelo próximo, mas isso significa atuar por você, também. É a corrente do bem onde todos ganham.
Vira-latas, os verdadeiros cães de raça
Tiago Ferigoli vem desenvolvendo, há cinco anos, um projeto social que mudou a sua forma de pensar. Hoje, Ferigoli conta com números para comprovar que ações sociais são eficazes quando o seu planejamento envolve retorno para todos os envolvidos.
O projeto Vira-latas Os verdadeiros cães de raça é uma ação multimeios voltada para educação e conscientização que também atua de forma filantrópica. Uma das empresas por trás desse projeto é a Pedigree cuja atual campanha Adotar é tudo de bom traduz exatamente tudo que o autor aborda no artigo. Trata-se de uma campanha que visa tirar os cães da rua. Uma vez que estes cães de rua (vira-latas) passam a ter um lar, precisarão se alimentar, logo, precisarão de ração.
Uma campanha publicitária inteligente, que busca minimizar um problema grave (o abandono e os maus tratos), e ao mesmo tempo, amplia o mercado da empresa. O potencial dessa campanha abriu portas para que a Pedigree investisse em ações voltadas para a cultura e educação, que é o caso do projeto Vira-latas Os verdadeiros cães de raça (www.vira-latas.com).
Este projeto, por sua vez, abriu portas para o surgimento de uma nova empresa, com atuação filantrópica, a grife Animi (www.animiweb.com.br).
O projeto Vira-latas Os verdadeiros cães de raça é uma ação multimeios voltada para educação e conscientização que também atua de forma filantrópica. Uma das empresas por trás desse projeto é a Pedigree cuja atual campanha Adotar é tudo de bom traduz exatamente tudo que o autor aborda no artigo. Trata-se de uma campanha que visa tirar os cães da rua. Uma vez que estes cães de rua (vira-latas) passam a ter um lar, precisarão se alimentar, logo, precisarão de ração.
Uma campanha publicitária inteligente, que busca minimizar um problema grave (o abandono e os maus tratos), e ao mesmo tempo, amplia o mercado da empresa. O potencial dessa campanha abriu portas para que a Pedigree investisse em ações voltadas para a cultura e educação, que é o caso do projeto Vira-latas Os verdadeiros cães de raça (www.vira-latas.com).
Este projeto, por sua vez, abriu portas para o surgimento de uma nova empresa, com atuação filantrópica, a grife Animi (www.animiweb.com.br).
























